Os batedores de açaí de Belém terão um mês para aprender um pouco mais sobre como melhorar a fabricação da polpa da fruta e evitar que o produto seja transmissor da doença de Chagas.
As palestras começaram ontem e atraíram mais gente do que se esperava, mas mostraram um pouco do quanto é difícil mudar comportamentos errados que são considerados normais porque são repetidos há anos. Um exemplo é a não utilização de peneira para retirar o excesso de sujo que vem com o fruto.
O curso é promovido pela Vigilância Sanitária de Belém em parceria com a do Estado e com a Associação dos Vendedores Artesanais de Açaí de Belém. O evento acontecerá até o dia 23 de dezembro, mas os interessados devem telefonar antes para a associação ou para a Sesma (Secretaria Municipal de Saúde) para confirmar a presença.
Ontem, a falta de esclarecimentos levou para o local do curso mais batedores do que o auditório suportava. Depois de muitas reclamações e improvisos, cerca de 70 pessoas assistiram a palestra e outras 20 ficaram de fora, devendo voltar em dia agendado não só por causa da preocupação com o manuseio de alimentos, mas porque a participação dá direito à permissão para trabalhar com o produto durante o ano.
Para ver a matéria completa assine O Liberal Digital.